quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Tumulto na Sala 5 - Cineart (Contagem)

Ontem, terça-feira (28) a noite, dois amigos e eu saímos para assistir Annabelle, filme de terror que sempre curto. Não estou aqui para relatar sobre o filme, até mesmo porque só consegui ver um pouco dele.

Fomos até Shopping Contagem, na Avenida Severino Balesteiros Rodrigues. Decidimos ir lá, pois, apesar de ter tantos outros locais para assistir Annabelle mais próximo de casa, um dos amigos nunca tinha ido até o shopping Contagem.

                                              Shopping Contagem (imagem da internet)

Até aí tudo bem, tudo certo.  Sabendo que terminado o filme o restante do shopping estaria fechado, fomos na praça de alimentação comer antes de subir para o cinema. Compramos uns lanches e com o horário apertado tivemos que subir com eles.

Aos poucos a sala enche. Terça-feira, dia de promoção de ingressos na rede Cineart... Tentem imaginar quem eram os frequentadores naquele momento? Jovens em sua maioria, em turmas, moças e rapazes que não respeitam seu limite de espaço: falam alto, riem alto, zoam uns aos outros a todo tempo, gritam entre si e dão pequenas amostras de como não se comportarem dentro de uma sala de cinema. Já sabia que não poderia contar muito com a educação lá dentro.

E o filme se inicia paralelamente as falas em tom alto, aos gritos propositais a cada cena de suspense. Muitas vezes quase não se ouvia a dublagem do longa. Parece que parte do pessoal ali dentro não foi para ver o filme, mas sim para aproveitar o preço atratativo daquele dia para marcar encontro com a "turma" e fazer algazarra dentro da sala de cinema. 

Ânimos se exaltam de um lado e de outro aos gritos de "silêncio", "cala a boca que ver o filme", "véi, para de falar que eu quero assistir"... etc. 

Alguns saem da sala para pedir providências por parte da equipe da Cineart em conter a bagunça. Nesse meio tempo o clima fica tenso. Aparece um jovem rapaz (não me perguntem se era policial civil, militar, federal, segurança) com arma em punho e aponta para um grupo de rapazes pedindo que eles saiam da sala, o clima esquenta com discussões e ameaças de ambas as partes. Não fiquei lá para conferi. 

Saímos os três e procuramos a supervisora do Cineart que já estava ciente do acontecido e acompanhava do lado de fora da sala. Dissemos então que não iríamos mais assistir o filme e pedimos vouchers para utilizarmos em outra sala da rede de cinemas. Definitivamente não tivemos uma boa experiência naquele lugar. Mesmo com nossa insistência de que não queríamos mais o Cineart do Shopping Contagem, a supervisora por sua vez apenas carimbou os bilhetes do cinema para que pudessemos voltar e assistir um outro filme de nossa preferência. Com nossa insistência ela também disse que poderíamos tentar acessar outra sala, só que para isto teríamos que contar com a boa vontade de outro Cineart em nos autorizar. Agora é convocar os amigos novamente e tentar assistir o filme de terror em paz e em outro Cinart.



...Pode ser que tenhamos próximos capítulos. :/

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Atendimento em Shopping na Av. dos Andradas / BH

 
                                            Boulevard Shopping - BH (foto internet)

Neste último domingo (26 de outubro), dia de eleições, estive no Boulevard Shopping em Belo Horizonte para almoçar. Mãe não ia fazer almoço em casa e por isso fui até o mall.

Chegando no local as 11h50, percebi que havia um movimento atípico de pessoas ao redor do shopping. Antes de entrar no estacionamento, notei que o local estava vazio e muita gente esperando que ele abrisse as portas para adentrar. Até pensei que poderia ser as eleições que afetou o horário de funcionamento do centro de compras.

Tentei acessei a entrada do estacionamento atrás do Boulevard na rua Professor Otaviano e estava fechada, então voltei e entrei pelo estacionamento da Avenida dos Andradas. Avistei um funcionário do mall e o perguntei se o local já estaria aberto. Ele respondeu que sim. Depois de parar no estacionamento e tentar subir para a praça de alimentação, outros funcionários da segurança controlam naquele momento a passagem e informam que houve falha elétrica e que logo liberariam a entrada de todos. Enquanto isso muitos aguardavam na frente do supermercado, que funcionava normalmente. 

Entrei no hipermercado, deu umas voltas por lá e logo subi para a praça de alimentação. Chegando no local vi um grande fluxo de pessoas em três ou quatro restaurantes. Então me deu conta que muitos estavam fechados e a outra parte estava em processo de abertura (organização, limpeza, preparo de alimentos etc).

Decidi então sair dali e procurar outro lugar para almoçar naquele domingo chuvoso em Belo Horizonte. Pensei: espera, terei que pagar o estacionamento. Foi então que decidi procurar o SAC do mall para ver se conseguiria sair sem a obrigatoriedade de pagar pelo estacionamento, uma vez que fui até o shopping para almoçar e não consegui pois, apesar do horário (já passara de 12h30), as lojas do segmento de alimentação não estavam atendendo em sua maioria.

Atendido prontamento pelos funcionários do mall e por representantes do estacionamento, argumentos de lá e de cá, fica decidido que não poderia sair sem o ônus do estacionamento. Não havia pedido nada demais, na verdade, pagar ou não o estacionamento - R$ 8,00 - não me deixaria mais pobre ou mais rico. Só gosto e prezo pelo bom senso. Esperava uma atitude mais compreensiva do Boulevard Shopping em Belo Horizonte de entender a situação do cliente e não só agisse como se fosse mais um cliente, ou como supervisor do mall me ponderou "já pensou de todos pedissem pra sair sem pagar..." 

Devido a chuva, a fome, o fato de ter que pagar o estacionamento e ainda ter que voltar pra Contagem e votar, enchi a barriga ali mesmo. Peguei um restaurante cheio - mas pelo menos com a comida gostosa.

Hoje fui pra almoçar, amanhã não se sabe. Ou quem sabe amanhã nunca mais!? Não digo nunca mais porque vai que estou passando a pé lá perto e preciso correr de um assalto ou mesmo entrar pra usar o banheiro, né? ;)